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São Paulo terá a primeira usina solar fotovoltaica flutuante do estado

A instalação é rápida e permite a utilização de infraestrutura de linhas de transmissão e subestações

Autor: 5 de março de 2020agosto 5th, 2021Brasil
São Paulo terá a primeira usina solar fotovoltaica flutuante do estado

A capital paulista terá a primeira usina solar fotovoltaica flutuante do estado de São Paulo. A plataforma em teste tem 100 kW de potência e o projeto piloto será avaliado durante 90 dias.

O investimento foi de R$ 450 mil em equipamentos. O empreendimento ocupa uma área de mil metros quadrados do reservatório Billings, junto à usina elevatória de Pedreira.

A iniciativa ocorre em parceria com a Sunlution Soluções em Energia Ltda, que foi escolhida por meio de chamamento público lançado em outubro do ano passado.

“Nós temos que buscar alternativas em parceria com a iniciativa privada e com a população a fim de mudar nossos hábitos e investir no desenvolvimento sustentável. Cuidar do meio ambiente é um dever de todos”, explica o Secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido.

Os testes da usina começaram na semana passada pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, por meio da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia). “Os testes que se iniciaram têm por objetivo verificar o desempenho da usina solar em um ambiente aquático e as medidas de adequação necessárias em função do local de instalação”, explicou o diretor de engenharia da Sunlution, Geraldo Pedace.

Segundo a Emae, se o resultado for positivo, será aberta uma nova chamada pública para implantação de usinas semelhantes nas represas Billings e Guarapiranga. O objetivo da usina, que gera energia a partir da radiação solar, é de ampliar o uso de fontes alternativas e sustentáveis na geração de energia elétrica.

A tecnologia de sistema flutuante para usina solar é nova no Brasil, porém já tem sido implantada em vários países do mundo há mais de dez anos. “Essa tecnologia traz a possibilidade de um maior nível de geração de energia elétrica em torno de 15%, em comparação com usinas solares em solo.

Além disso, a instalação é rápida e permite a utilização de infraestrutura de linhas de transmissão e subestações existentes. Usinas flutuantes ainda reduzem em até 70% a evaporação da água na área coberta e não apresentam riscos ambientais”, destacou Pedace.

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Ericka Araújo

Ericka Araújo

Desde 2020, acompanha o mercado fotovoltaico. Possui experiência em produção de podcast, programas de entrevistas e elaboração de matérias jornalísticas. Em 2019, recebeu o Prêmio Jornalista Tropical 2019 pela SBMT (Sociedade Brasileira de Medicina Tropical) e o Prêmio FEAC de Jornalismo. Já atuou como repórter e apresentadora da Rádio Brasil Campinas. Formada pela PUC Campinas.

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